Cidades Afetivas

Vamos conversar sobre Regeneração!

Vivemos um tempo em que as crises de natureza econômica, social, política, sanitária, educacional, ambiental, cognitiva, ética não são apenas crises isoladas e pontuais, são, de fato, sistêmicas e globais. Provocada pela tríplice ação “globalização-ocidentalização-desenvolvimento”, a policrise do presente degrada a biosfera e a diversidade dos ecossistemas bioculturais.

É possível interromper o caminho que percorremos a passos largos rumo ao abismo?

É sobre essas vias regeneradoras que queremos conversar com vocês!

“Na verdade, tudo já começou, sem que se saiba disso. Estamos ainda nas fases das preliminares modestas, invisíveis, marginais, dispersas. Em todos os continentes, em todas as nações, já existem efervescências criativas, uma profusão de iniciativas locais no sentido da regeneração econômica, ou social, ou política, ou cognitiva, ou educacional, ou ética, ou existencial. (…) São essas múltiplas vias que, ao se desenvolverem em conjunto, poderão conjugar-se para formar a nova Via, que, por sua vez, desarticulará a via que seguimos e nos dirigirá rumo à ainda invisível e inconcebível Metamorfose.
A salvação começou pela base.”
(Edgar Morin, A Via para o futuro da humanidade)

Com:
Sydney Cincotto Junior – Antropólogo, Idealizador do Cidades Afetivas e Pesquisador no Complexus PUC/SP
e
Vivian Blaso – Pós-Doutoranda do Programa Cidades Globais no IEA/USP, Idealizadora do Cidades Afetivas, Pesquisadora no Complexus PUC/SP, Sócia no Conversa Sustentável e Artista

Quando: Segunda-feira, dia 03/08, às 20 horas

Assista na página do YouTube do Cidades Afetivas: https://www.youtube.com/channel/UCCNog7mqtOb7qfweBL7iU2Q

#regeneração#cidadesafetivas#vidaemcomum#convivialismo#bemviver#incandescências#pensamentocomplexo#liveincandescências

FÓRUM VERDE QUER RIGOR DA PREFEITURA NO COMBATE À PANDEMIA NOS PARQUES

“O coletivo Fórum Verde Permanente de Parques, Praças e Áreas Verdes reuniu-se esta segunda-feira, 20, com a Prefeitura de São Paulo para solicitar a participação dos conselhos dos parques municipais nas definições e encaminhamentos dos protocolos adotados nos parques visando a proteção dos usuários no que se refere à epidemia do COVID-19.

A Prefeitura aceitou elaborar uma agenda em conjunto com o Fórum Verde para que seja reduzido o risco de contaminação dos usuários dos parques. Também aceitou criar um tipo de monitoramento da questão da pandemia em conjunto com os conselhos e com convidados pelo Fórum Verde para participar do debate, como o Ministério Público Estadual, que esteve presente na reunião com o promotor de meio-ambiente da cidade de São Paulo, Dr. Carlos Henrique Prestes Camargo. Também estiveram presentes pesquisadores do Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo (USP), Ivan Maglio e Vivian Blaso, além Leonardo Maglio, representando a Comissão de Saúde, Promoção Social, Trabalho Mulher da Câmara Municipal de São Paulo, e o gabinete do vereador Gilberto Natlaini” ✊🏼Nós do @cidadesafetivas defendemos a ciência como base estratégica para as decisões de interesse comum da sociedade. Adotamos a estratégia de Advocacy para incidir em políticas públicas em defesa das áreas verdes em São Paulo. Por isso, nosso engajamento com o coletivo na disseminação da pesquisa sobre espaços públicos urbanos desenvolvida no Instituto de Estudos Avançados – IEA USP, contribuíram para articulação junto à sociedade civil e o poder público fortalecendo a importância dos diálogos com a sociedade civil, ciência e a gestão pública, afirma Vivian Blaso idealizadora do Cidades Afetivas e pesquisadora no Instituto de Estudos Avançados da USP A matéria completa está no link👉🏼https://www.forumverdepermanente.eco.br/…/forum-verde-quer-… #parquesurbanos #vidaemcomum #advocacy #politicaspublicas #ativismosurbanos #vidaemcomum #bemviver #convivialismo #cidadesafetivas #emdefesadosparques @svmasp #participacaopopular #incidenciapolítica

Práticas Comunitárias e Comunicação para Vencer a Crise: O que essas Experiências Estão nos Mostrando?

2ª Webconferência do ciclo Prevenir, Dialogar e Cooperar: Novos Caminhos Pós-Covid-19

O objetivo desse encontro é colocar em diálogo as perspectivas de autogestão e auto-organização comunitárias atuais e futuras para o enfrentamento da Covid-19, nos dias atuais e ao encaminhamento de perspectivas futuras.

Convidada

Maria Angélia Correia de Oliveira

Mediadores

Pedro Jacobi (PROCAM, IEE e IEA – USP)

João Marcus Pires Dias (IEA/USP)

Luis Eduardo Tavares (Segura A Onda; Instituto Intersaber e FESPSP)

Pesquisadores Participantes

Vivian Aparecida Blaso Souza Soares César; Sonia Maria Viggiani Coutinho; Ivan Carlos Maglio; Victor Kinjo; Edson Grandisoli e Thelmo Branco Filho

Pesquisador Convidado

Sydney Cincotto Júnior (NEC/PUCSP).

Inscrições

Evento público e gratuito | Sem inscrição prévia

Organização

Grupo de Trabalho Diálogos Abertos do Programa USP Cidades Globais

Apoio

MacroAmb; Segura A Onda; NUPS – Núcleo de Pesquisa e Extensão em Sustentabilidade & Saneamento/USP; Instituto Siades; Instituto Intersaber; Cidades Afetivas; Complexus – Núcleo de Estudos da Complexidade/PUC-SP; NEAMP – Núcleo de Estudos em Arte, Mídia e Política/PUC-SP e Observatório das Metrópoles.

Evento com transmissão em: http://www.iea.usp.br/aovivo

Conteúdo relacionado Prevenir, Dialogar e Cooperar: Novos Caminhos Pós-Covid-19

Ensaio – Cidades afetivas: Advocacy como uma via convivialista na direção do bem viver

“As cidades afetivas investem em novas formas de convivialidade, como o slow food, os coletivos artístico-culturais, a economia solidário-colaborativa, os mandatos coletivos na política, todos em sintonia com os novos ideários, que reivindicam uma vida ecologizada para devolver às cidades a função política de ser um espaço coletivo para o bem viver”.
O Ensaio “Cidades afetivas: Advocacy como uma via convivialista na direção do bem viver” está publicado no site do Instituto de Estudos Avançados da Universidade São Paulo autoria de Vivian Blaso e integra as pesquisas em andamento no Programa Usp Cidades Globais sob a Supervisão da Professora Dra. Suzana Pasternak
Para ler o artigo na íntegra acesse o link: http://www.iea.usp.br/pesquisa/projetos-institucionais/usp-cidades-globais/artigos-digitais/cidades-afetivas-advocacy-como-uma-via-convivialista-na-direcao-do-bem-viver

A cidade porvir:pensar as crises de hoje, construir as vias do amanhã

De que cidade viemos e em que cidade vivemos? Que cidade vislumbramos e como podemos construí-la? Qual a cidade porvir?
Trataremos dessas questões e das experiências coletivas em curso em nossas cidades, com suas reivindicações e práticas que nos conduzem aos universos da complexidade, da dádiva, da ecologia, da convivialidade e da vida em comum. Agende em seu calendário, dia 26 de março

Das Cidades Inteligentes às Cidades Afetivas

POR MARIANA ARRUDAS · 12/02/2020

Dia 16 de abril, na Arena Santander, acontecerá o evento “Das Cidades Inteligente às Cidades Afetivas”. As inscrições podem ser realizadas neste link.https://www.sympla.com.br/das-cidades-inteligentes-as-cidades-afetivas__785835

As Cidades Inteligentes nos abrem inúmeras possibilidades, uma delas são os indicadores utilizados para avaliar e monitorar situações que possam ser transformadas visando melhores resultados que auxiliam tanto a vida dos gestores públicos como as de seus usuários que intencionam uma vida mais sustentável. Cidades Afetivas se apresentam como um caminho híbrido na direção das tendências para o futuro da vida em comum que intencionam devolver às cidades o local da festa e do acontecimento. Cidades Afetivas abrem espaços para a convivialidade. Os coletivos que incentivam as práticas comunitárias como; a caminhabilidade e as hortas urbanas, não são fenômenos isolados, eles se complementam e se retroalimentam ao intencionarem uma vida na direção do bem viver incluindo os direitos de todos os seres viventes e existentes no planeta como os rios, as nascentes, os animais. Das Cidades Inteligentes às Cidades Afetivas propõem uma reflexão colaborativa a respeito de qual futuro queremos construir frente aos desafios do século XXI.

Palestrante Vivian Blaso

Relações Públicas. Doutora em Ciências Sociais pela PUC-SP. Pesquisadora no Pós Doutorado em Cidades Globais no IEA USP, Professora na FAAP, Palestrante, Coach, Autora do livro Cidades em Tempos Sombrios. Barbárie ou Civilização, Sócia na Conversa Sustentável. Apaixonada pelas cidades e seus movimentos. Ativista da sustentabilidade, dedica-se à educação, convivialismo e ao bem viver. Artista. Linha de Pesquisa: Diversidades Culturais e Pensamento Complexo

SERVIÇO
Arena Santander USP
Av. Prof Luciano Gualberto, 730 (Praça dos Bancos)
Evento Aberto e Gratuito
Emitimos certificado

Tags: Arena Santanderevento

Cidades Afetivas entrevista Cláudia Visoni Co Deputada da Bancada Ativista

As hortas comunitárias são ações que semeiam o bem viver nas cidades. Entrevistamos  a Co Deputada Cláudia Visoni da Banca Ativista sobre a Horta das Corujas localizada na Vila Beatriz em São Paulo.  A horta das corujas é uma ação comunitária, voluntária e idealizada por um grupo de moradores que apostam na regeneração de espaços na direção do bem viver. Ações conviviais que desobedecem as normas convencionais,  ocupam e ganham cada vez mais espaços nas cidades abrindo esperanças e vias na direção da vida em comum.

Desobedecer e Ocupar para Conviver: Centro Cultural Ouvidor 63

A Ocupação Artística-Cultural Ouvidor 63, contrariando as práticas neoliberais que expulsam para higienizar e gentrificar os espaços urbanos, é uma via real que aposta na construção e na restituição das práticas coletivas-conviviais e nos objetivos de uma vida em comum. https://youtu.be/vN0tHY6x5k8

Considerada a maior ocupação artística-cultural da América Latina, o espaço abriga artistas em ateliês-residências que promovem atividades artísticas, culturais e educativas. Recentemente, a ocupação foi oficialmente reconhecida como espaço cultural e recebeu o selo Ponto de Cultura do estado de São Paulo.

É possível imaginar, viver e conviver em cidades criativas, lúdicas, afetivas, solidárias, mesmo no centro da cidade de São Paulo, uma cidade global. O Centro Cultural Ouvidor 63 está aí para nos mostrar que outros mundos são possíveis. No Ouvidor 63 a arte é política de re-existência!

Desobedecer, Ocupar, Conviver e Compartilhar da Vida em Comum é possível!

Cidades Afetivas investem em novas formas de viver e ocupar as cidades, desobedecendo a lógica neoliberal existente. Nós Somos a Cidade!

Acompanhe a agenda de eventos do Ouvidor 63 nas redes sociais:

Facebook: https://www.facebook.com/ouvidor63/

Instagram https://www.instagram.com/centroculturalouvidor63/

Evento em São Paulo irá discutir o urbanismo social na América Latina

Debate sobre o novo livro com os autores e convidados.

Debatedores convidados:

Profa. Angelica Benatti Alvim, Diretora FAU-Mackenzie

Prof. Edesio Fernandes, University College London (via skype)

Prof. Luis Fernando Massonetto, FD-USP, PPG-CIS Uninove

Autores:

Prof. Carlos Leite, FAU-Mackenzie, IEA-USP, PPG-CIS Uninove

Prof. Claudia Acosta, Lincoln Institute, FGV

Fernanda Militelli, Doutoranda FAU-Mackenzie

Mariana Mariana Martinez Wilderom, Doutoranda FAU-USP

Profa. Nadia Somekh, FAU-Mackenzie

Prof. Nabil Bonduki, FAU-Mackenzie

Profa. Tereza Herling, FAU-Mackenzie

Saguão, FAU-Mackenzie, dia 25/02, das 8h30 as 12h

 

Transmissão ao vivo:

TV Mackenzie Web: tv.mackenzie.br

TV Mackenzie no Youtube: https://www.youtube.com/tvmackenzie, Opção ao vivo

 

O evento público tem como objetivo debater os temas do urbanismo social na América Latina, a partir de três cidades analisadas do chamado sul global, Medellín, Bogotá e São Paulo: políticas públicas urbanas, política fundiária (land policy)”, instrumentos de financiamento urbano, marco regulatório, etc., que, nos últimos anos aportaram como experiências interessantes e inovadoras nestas cidades – a despeito dos enormes desafios historicamene acumulados e ainda presentes – para o difícil e desejável avanço da construção de cidades mais sustentáveis socialmente, com instrumentos de indução ao uso mais equilibrado do território e ênfase na inclusão social.

 

Trata-se de abrir uma oportunidade de debate público com os autores e convidados antes do fechamento final das conclusões do livro – a ser publicado pela editora suíço-alemã-holandesa Springer em julho de 2019.