Recomendação de Leitura

Links para saber mais sobre Regeneração

Edgar Morin – Site SESC

https://edgarmorin.sescsp.org.br/

Daniel Christian Wahl – (Página do Medium)

https://medium.com/@designforsustainability

Gaia Education

https://www.gaiaeducation.org/about/

Grupo Regenesis

Instituto do Desenvolvimento Regenerativo

Instituto Biorregional do Cerrado

https://ibccerrado.wixsite.com/ibcerrado

Instituto Ecobairro Brasilhttps://www.ecobairro.org.br/percurso

Ensaio – Cidades afetivas: Advocacy como uma via convivialista na direção do bem viver

“As cidades afetivas investem em novas formas de convivialidade, como o slow food, os coletivos artístico-culturais, a economia solidário-colaborativa, os mandatos coletivos na política, todos em sintonia com os novos ideários, que reivindicam uma vida ecologizada para devolver às cidades a função política de ser um espaço coletivo para o bem viver”.
O Ensaio “Cidades afetivas: Advocacy como uma via convivialista na direção do bem viver” está publicado no site do Instituto de Estudos Avançados da Universidade São Paulo autoria de Vivian Blaso e integra as pesquisas em andamento no Programa Usp Cidades Globais sob a Supervisão da Professora Dra. Suzana Pasternak
Para ler o artigo na íntegra acesse o link: http://www.iea.usp.br/pesquisa/projetos-institucionais/usp-cidades-globais/artigos-digitais/cidades-afetivas-advocacy-como-uma-via-convivialista-na-direcao-do-bem-viver

Oficinas do Pensamento.A refundação da ética em tempos líquidos sombrios e globalizados. 

No dia4/5, 14h30  irei participar da Oficinas do Pensamento: A refundação da ética em tempos líquidos sombrios e globalizados. Iremos dialogar sobre  O Método 6 de Edgar Morin. A obra foi traduzida por Juremir Machado da Silva. e publicada em Porto Alegre pela Sulina, 2015.
Local: PUCSP – Sala Tecnológica 305

Evento coordenado por Edgard de Assis Carvalho coordenador do Complexus Núcleo de Estudos da Complexidade na PUCSP que integra a CIUEM – Cátedra Itinerante UNESCO Edgar Morin

Evento é gratuito e aberto aos interessados!

Informações acesse:  https://www.facebook.com/complexusnucleo/

Artigo publicado na Revista @eMetropolis: Cidades Afetivas uma via ecologica para o bem viver

ARTIGO
Cidades afetivas
uma via ecológica para o bem-viver
Por Vivian Aparecida Blaso Souza Soares César, Sydney Cincotto Junior e Valmir Martins de Oliveira

RESUMO

O desafio contemporâneo do “homo urbanus” é encontrar outras vias de sociabilidade capazes de regenerar a vida que se encontra intoxicada-hiperconectada-saturada. As promessas de um capitalismo sustentável e uma vida smart governada pelo uso das tecnologias não parecem ser capazes de propiciar mais qualidade de vida, equidade, segurança, acessibilidade e convivialidade nas cidades. O decrescimento sereno e as políticas do bem-viver vão na contramão do admirável mundo novo prometido pela tríade: vida smart, economia verde, desenvolvimento sustentável. Cidades afetivas requerem novas formas de convivialidade como slow food, economia solidária/colaborativa, mandatos coletivos para o bem viver.

Palavras-chave: Cidades afetivas; Bem-viver; Pensamento complexo; Convivialismo.

ABSTRACT

The contemporary challenge of the “homo urbanus” is to find other ways of sociability capable of regenerating the life that is intoxicated-hyperconnected-saturated. The promises of sustainable capitalism and a smart life governed by the use of technologies do not seem to be able to provide more quality of life, equity, security, accessibility and conviviality in cities. Serene decline and well-being policies run counter to the brave new world promised by the triad: smart living, green economy, sustainable development. Affective cities require new forms of conviviality such as slow food, solidarity / collaborative economy, collective mandates for well-being.

Keywords: Affective cities; Good living; Complex thinking; Convivialism.

http://emetropolis.net/artigo/243?name=cidades-afetivas

O projeto que mapeia o choque entre expansão urbana e biodiversidade

Fonte: Nexo jornal
A partir da observação de mais de 400 cidades do planeta, ‘Atlas para o fim do mundo’ estuda a rota de colisão entre urbanização acelerada e biomas naturais nas próximas décadas

Link para matéria: https://www.nexojornal.com.br/expresso/2018/02/19/O-projeto-que-mapeia-o-choque-entre-expans%C3%A3o-urbana-e-biodiversidade?utm_source=socialbttns&utm_medium=article_share&utm_campaign=self

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Saci Michael artista inspirou a capa do livro Cidades em Tempos Sombrios. Barbárie ou Civilização

Obra do artista @saci_michael tive a honra de ter uma de suas artes estampada na capa do meu livro Cidades em Tempos Sombrios. Barbárie ou Civilização. #instagrafite #expressaourbana#arteurbana #grafitesp @aalmadarua #visualidades#viverascidades direto de São Paulo. Essa é a obra que está na capa livro.

O Comum: um ensaio sobre a revolução no século 21

Desde que iniciamos as pesquisas Cidades Afetivas:uma via ecológica para o bem viver, capturávamos este novo espírito do capitalismo, processos de profundas transformações politicas, econômicas, socioculturais e ambientais e comportamentais. Estamos diante de novos desafios, complexos, mas que já demonstram oportunidades e vias possíveis para o futuro da humanidade.

Recomendamos a Leitura do Artigo publicado pelo Instituto Humanitas Unisinos.  Link completo para a matéria está disponível no site http://www.ihu.unisinos.br/78-noticias/562765-o-comum-um-ensaio-sobre-a-revolucao-no-seculo-21

O livro Comum. Ensaio sobre a Revolução no Século XXI. Pierre Dardot e Christian Laval abre caminhos e vias para a revolução que está por vir ainda neste século.

“Os comuns não são ‘produzidos’ ou ‘instituídos’. É por isso que somos muito relutantes em aceitar a noção de ‘bens comuns’. Parece-nos que o raciocínio deveria ser o inverso: todo comum que é instituído é um bem, mas nenhum bem é por si comum. É preciso cuidar para não confundirmos um bem no sentido ético e político (agathon) e um bem no sentido de uma aquisição que pode ser trocada e vendida (ktesis). Todo comum é um bem no sentido ético e político, mas apenas na medida em que não é uma aquisição. Uma vez instituído, um comum não é alienável; a partir de então ele se instala na esfera de coisas que não podem ser apropriadas. Isto significa que ele escapa da lógica proprietária em qualquer de suas formas (privada ou estatal)”, escrevem Pierre Dardot e Christian Laval, em artigo publicado por UniNômade, 24-11-2016. A tradução é de Renan Porto.

Lançamento do livro: Espiral de Ideias. Textos de Antropologia Fundamental

Lançamento do livro: Espiral de Ideias. Textos de Antropologia Fundamental por Edgard de Assis Carvalho professor Titular departamento de Antropologia na PUCSP.

Prólogo

“Símbolos de evolução e movimento presentes em todas as culturas humanas, as espirais expressam a transitoriedade das expressões culturais. Edgar Morin se refere a elas em várias passagens dos seis volumes de O Método. O processo do conhecimento é sempre constituído por esses circuitos provisórios que se alimentam da história e travam com ela um diálogo permanente. Espirais, portanto, são sistemas abertos, dissipativos, hologrâmicos. O Anticristo, o método sempre vêm no fim e jamais constitui um receituário prévio a ser aplicado a objetos inertes. Método é caminho, errância, viagem, contrabando, tradução. Foi assim que surgiu a ideia-título deste livro. Instado por amigos, comparsas, colaboradores, reuni um conjunto de ditos e escritos meus, espalhados nos arquivos da minha biblioteca de Babel”.  Edgard de Assis Carvalho, março de 2017.

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