Cidades Afetivas

Arte para ajudar a Aldeia Itakupe dos Guaranis no Jaraguá em SP

Mulheres de Luta

“Para celebrar o mês das mulheres”
A Tela “Mulheres de Luta” foi doada para ajudar a Aldeia Indígena Itakupe dos Guaranis no Jaraguá em São Paulo.
O participante da ação que fizer a maior doação em dinheiro receberá a tela como agradecimento e reconhecimento pela ação de solidariedade.
A verba arrecadada será repassada integralmente para auxiliar os projetos que vem sendo desenvolvidos na aldeia, como a recuperação das nascentes e dos lagos para pesca.
Vamos manter o fluxo da solidariedade e da fraternidade!
Toda ajuda importa!
A campanha é uma continuidade das ações de solidariedade mantidas pela Artista Vivian Blaso, Coidealizadora do Cidades Afetivas.
A campanha conta com o apoio FastFrame Leopoldina em São Paulo.
Descrição técnica da obra:
Obra: “Mulheres de Luta”
Artista: Vivian Blaso
Formato: A4
Técnica: Aquarela Manual e Ilustração Digital
Impressão: Fine Art
Papel: Hahnemuhle fine art
Moldura: 0,4 x 0,1 madeira
Vidro: Incolor, antirreflexo
Spray Mount
Gravura: 01/05
Formato final com moldura e sanduiche de vidro : 58cm x 47cm
Você pode ajudar compartilhando com seus amigos a Vakinha ou fazendo uma doação a partir de R$ 5,00
Para doar acesse:

http://vaka.me/1878927

Faça Parte da Mudança! Responda a Pesquisa de Percepção sobre as Mulheres na Política

Link para acessar o formulário: https://forms.gle/dX7CF4NxfG87Q2jv9
A pesquisa ficará aberta para ser respondida até o dia 25 de outubro de 2020.
Mulheres compõem quase 52% da população, mas estão sub-representadas

De acordo com o IBGE, as mulheres representam 51,9% da população do país, mas estão sub-representadas em todo o campo de políticas públicas. Para tanto, a pesquisa visa entender a percepção sobre a importância de mulheres ocupando a política pública brasileira para redução das desigualdades. Esse trabalho está alinhado à proposta da ONU nos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) que visa alcançar a igualdade de gênero e empoderar todas as mulheres e meninas dentro da Agenda 2030.

Sobre o Coletiv.us
Nossa Causa: Inclusão das Mulheres na Política, https://www.cidadesafetivas.com.br/coletiv-us/
Serviço
Lançamento Coletiv.us e Pesquisa sobre a Percepção das Mulheres na Política
Informações para imprensa: vivianblaso@cidadesafetivas.com.br
E-mail: vivianblaso@cidadesafetivas.com.br

Lançamento Nacional COLETIV.US e da Pesquisa de Percepção sobre as Mulheres na Política

No dia 10 de outubro às 15horas acompanhem o lançamento nacional do Coletiv.us uma extensão do Cidades Afetivas que traz o desafio de cocriarmos juntes caminhos para as mulheres na política.
Durante a Live que será realizada com as coidealizadoras: Sofia Benfica, Iolanda Benfica, Vivian Blaso e Sydney Cincotto Júnior do Cidades Afetivas serão apresentados os contextos atuais sobre a importância da inclusão das mulheres na política e os fundamentos do Cidades Afetivas relacionados ao Convivialismo e ao Bem Viver nas cidades. Neste dia será disponibilizado o formulário da pesquisa que ficará aberto para ser respondido até o dia 25 de outubro de 2020.
A Pesquisa de Percepção sobre as Mulheres na Política é a primeira iniciativa do Coletiv.us e pretende na sequência dar continuidade com a realização eventos, workshops e palestras sobre as temáticas que envolvem a inclusão das mulheres na política no Brasil e no Mundo.
O formulário estará disponível nas redes sociais do Cidades Afetivas, site WhatsApp e será amplamente divulgado para adesão das respostas em todo território nacional.
Sobre o Coletiv.us
Nossa Causa: Inclusão das Mulheres na Política
O que fazemos?
Curadoria e compartilhamento de conteúdo e aprendizados que tangenciam a esfera pública. Entrelaçamos conhecimentos e dialogamos para reimaginarmos juntas o futuro que queremos deixar para as próximas manas.
Ações:
Cursos, Workshops, Palestras, Eventos; Ativações nas redes; Pesquisas; e Advocacy com ênfase em políticas públicas para mulheres.
Quem Somos
Iolanda Benfica Blaso. Graduanda em Turismo – UFMG; Analista de Políticas Públicas na Secretaria de Estado de Cultura e Turismo (Núcleo de Pesquisa e Estatística) – Secult/MG; Articulação do Observatório do Turismo de Minas Gerais – OTMG; Membro do Conselho Estadual de Trabalho, Emprego e Geração de Renda de Minas Gerais. Apaixonada por turismo, cultura e estatística. Acredita na transformação social através da inserção das mulheres na política e na luta por igualdade. Enxerga o turismo como ferramenta de reconstrução e conexão, abarcando as singularidade dos territórios.

https://www.linkedin.com/in/iolanda-benfica/

Sofia Benfica Blaso. Graduanda em Gestão Pública – UFMG; Analista de Políticas Públicas Esportivas, na Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social – Sedese/MG; Membro do Conselho Estadual de Política Cultural – CONSEC/MG; Diretora Financeira da Associação Atlética da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas da UFMG; Acredita na luta pela equidade das mulheres na sociedade e no âmbito do setor público. Além da qualificação do setor público ampliando as formas de participação e transparência junto à sociedade.

https://www.linkedin.com/in/sofia-benfica-blaso/

Vivian Blaso. Idealizadora do Cidades Afetivas. Doutora em Ciências Sociais pela PUC-SP, pesquisadora do Núcleo de Estudos da Complexidade – COMPLEXUS. Pesquisadora de Pós Doc no IEA USP Cidades Globais em Advocacy e Processos Participativos em Áreas Verdes em São Paulo. Professora em Universidades, Palestrante, Artista, Autora do livro Cidades em Tempos Sombrios. Barbárie ou Civilização e Sócia na Conversa Sustentável. Apaixonada pelas cidades e seus movimentos. Ativista da sustentabilidade, dedica-se à educação, convivialismo e ao bem viver. Linha de Pesquisa: Diversidades Culturais e Pensamento Complexo.
https://www.linkedin.com/in/vivian-blaso-52b5a6a/

Serviço
Lançamento Coletiv.us e Pesquisa sobre a Percepção das Mulheres na Política
Data: 10/10/20
Horário: 15horas
Informações para imprensa: vivianblaso@cidadesafetivas.com.br
Youtube:https://youtu.be/AWdFX-sn6yE

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Atenção Vereadores de São Paulo: “Não queremos a Poluição Visual de volta na Cidade”

Sobre o Projeto de Lei 898/2013 que autoriza a colocação de anúncios publicitários nos topos dos edifícios. Alteração da Lei Cidade Limpa


Prezado Vereador

Pelo interesse público, pedimos que VOTE CONTRA o Projeto de Lei 898/2013!
Este Projeto defende exclusivamente o interesse corporativo do setor de anunciantes e significa grave retrocesso ambiental-paisagístico para a cidade.
Vamos acompanhar de perto o seu voto.

1-Movimento Defenda São Paulo
2-Sociedade Moradores Butantã – Cidade Universitária
3–Sociedade dos Moradores do Butantã City
4-Associação dos Moradores do Jardim da Saúde
5-Associação Amigos do Jardim das Bandeiras
6-Associação dos Moradores Amigos do Parque Previdência – AMAPAR
7-SAMORCC – Sociedade dos Amigos, Moradores e Empreendedores do Bairro Cerqueira César
8-APPIT – Associação dos Proprietários, Protetores e Usuários de Imóveis Tombados
9-AVM – Associação de Moradores da Vila Mariana
10-Associação Movimento dos Moradores, Prestadores de Serviço e Comerciantes da Avenida Paulista e Entornos – MOVPAULISTA
11-Associação Viva Leopoldina
12-VIVAPAC – Viva Pacaembu por São Paulo
13-MOVER – Movimento de Oposição à Verticalização Abusiva da Lapa
14-SAAP – Sociedade dos Amigos de Alto dos Pinheiros
15-SOMASU – Sociedade dos Moradores e Amigos do Sumaré
16-Associação dos Moradores do Bolsão Residencial Jardim Campo Grande – City Campo Grande
17-Sociedade Amigos Bairro City Boaçava – SAB
18-ASAJAR – Associação dos Amigos do Rolinópolis
19-Associação dos Moradores da Vila Nova Conceição
20-Associação Morumbi Melhor
21-Bairro Vivo – Agência de Preservação Urbana
22-SAJAPE – Associação dos Moradores dos Jds Petrópolis e dos Estados
23-AMOGRANJII – Associação de Moradores da Granja Julieta e Imediações
24-SOS Panambi
25-Associação dos Amigos da Praça João Afonso de Souza Castellano
26-Movimento Parque Linear Caxingui
27-Associação dos Amigos do Planalto Paulista – SAPP
28-AMOCORE – Associação de Moradores do Conjunto Residencial Butantã
29-SABROVE – Associação dos Moradores do Brooklin Velho
30-SABABV – Associação dos Amigos do Bairro Alto da Boa Vista
31-Associação dos Amigos da Pascoal Leite
32-Assampalba – Associação de Amigos e Moradores pela Preservação do Alto da Lapa e Bela Aliança
33-Associação de Preservação do Cambuci e Vila Deodoro
34-Forum Verde Permanente
35-Associação dos Moradores do Bairro da Aclimação – Viva Aclimação
36-CIRANDA – Comunidade e Cidadania
37-SAVAMA – Associação dos Moradores e Amigos da Vila Alexandria
38-Cidades Afetivas
39-SAJAMA – Sociedade dos Amigos de Bairro do Jardim Marajoara
40-AMAPPH – Associação dos Moradores e Amigos de Perdizes, Pacaembú e Higienópolis
41-ASAJO – Associação Amigos do Jardim Olímpia
42-Coletivo das Vilas Beatriz, Ida e Jataí
43-Comunidade City Pirajussara
44-Associação Cultural da Comunidade do Morro do Querosene
45-Revista Restauro
46-Sociedade Amigos do Residencial Parque Continental
47-Docomomo Conselho Internacional para Conservação do Patrimônio Moderno

Nove Propostas para uma Reforma Tributária Sustentável

Parlamentares e representantes da sociedade civil apresentam hoje, 25 de agosto, nove propostas para uma reforma tributária verde. Elas visam responder a dois desafios cruciais para o desenvolvimento do Brasil: por um lado, simplificar regras, reduzir a carga fiscal e eliminar subsídios perversos; por outro, favorecer o desenvolvimento de uma economia verde que coloque o país na vanguarda do paradigma de desenvolvimento do século XXI.

Equacionar a vasta gama de impostos e taxas que incidem sobre o setor produtivo é um dos desafios mais urgentes para favorecer o desenvolvimento do país. Mas esse trabalho não pode estar desconectado dos desafios ambientais e climáticos que o Brasil enfrenta e que recentemente foram objeto de inúmeros alertas de empresários, banqueiros e investidores nacionais e internacionais.

A boa notícia é que uma reforma tributária sustentável não só é possível, como contribui para redução gradativa da carga de impostos e torna o sistema mais simples e socialmente justo. Essa é a principal conclusão da imersão feita pelo Grupo de Trabalho da “Reforma Tributária Sustentável”, formado no âmbito da Rede de Advocacy Colaborativa – RAC, e que resultou em um documento com nove propostas, entregue formalmente aos parlamentares coordenadores das Frentes Ambientalista e demais frentes relacionadas ao tema.

“Identificamos nove pontos-chave dentro do sistema tributário nacional que, se acionados, fazem girar as engrenagens que nos permitem transitar para uma economia de baixas emissões de carbono, gerando novos empregos e bem-estar à população e atualizando nossa política tributária para convergir com o Acordo de Paris e com a Política Nacional de Meio Ambiente, de Biodiversidade e de Povos e Populações Tradicionais”, destaca André Lima do IDS – Instituto Democracia e Sustentabilidade que coordenou os trabalhos do GT.

Tendo como ponto de partida elementos e diretrizes apresentados pelo economista Bernard Appy, o trabalho foi concluído com nove propostas:

1) Garantir princípios socioambientais no regime tributário. Ou seja, quem polui mais, precisa pagar mais impostos. Quem protege o meio ambiente, paga menos. Assegurando que haja “verde” suficiente nessa Reforma Tributária.

2) Melhorar Governança Climática e Socioambiental local – IBS Ecológico. Criar mecanismo, a partir dos recursos captados pelo novo tributo (IBS), para compensação e transferência financeira aos municípios que estimulem boas práticas de governança climática e desempenho socioambiental local.

3) Criar Fundo para o Desenvolvimento Regional “Sustentável” de combate às desigualdades sociais e regionais e investir em atividades produtivas e infraestruturas sustentáveis, que ajudam na questão climática e beneficiam povos indígenas e tradicionais.

4) Garantir a plena municipalização do ITR – Imposto Territorial Rural e com a CIDE uso do solo incentivar o uso produtivo e sustentável da terra. Adaptar o atual ITR (Imposto Territorial Rural) conferindo a ele função arrecadatória para os municípios e instituir a CIDE uso do solo, sem função arrecadatória, para desestimular o uso improdutivo e insustentável do solo.

5) Transformar a CIDE-Combustíveis em CIDE-Carbono ou CIDE-Ambiental para ampliar e adequar a efetividade do imposto no combate à emissão de poluentes, defendendo o meio ambiente e assegurando estabilidade climática.

6) Especificar externalidades ambientais para cobrança do Imposto Seletivo Ambiental. Aprimorar a proposta do Imposto Seletivo, deixando claro que quem prejudica a saúde e o bem-estar da população ou o clima e meio ambiente deve pagar mais.

7) Compensar a tributação sobre atividades econômicas verdes. Criar o Cadastro Nacional de Atividades Verdes e garantir tratamento diferenciado a produtores e prestadores de serviços que contribuam efetivamente com o clima e a sustentabilidade no Brasil, mediante a devolução parcial dos valores pagos pelo novo IBS.

8) Vedar a concessão de benefícios a atividades intensamente poluentes. Garantir que não serão concedidos benefícios fiscais e subsídios a atividades altamente emissoras de carbono, mediante vedação expressa na Constituição Federal.

9) Diferenciar a eliminação gradual de subsídios. Conceder maiores prazos para extinção de benefícios relacionados a atividades menos intensivas, neutras ou positivas em emissões de gases de efeito estufa. Reduzir mais rápido os incentivos de quem polui mais e manter por mais tempo os incentivos de quem contribui com a mitigação da crise climática.

Acesse e saiba mais: http://estafaltandoverde.org.br/

#EstáFaltandoVerde

#ReformaTributáriaSustentável

Vamos conversar sobre Regeneração!

Vivemos um tempo em que as crises de natureza econômica, social, política, sanitária, educacional, ambiental, cognitiva, ética não são apenas crises isoladas e pontuais, são, de fato, sistêmicas e globais. Provocada pela tríplice ação “globalização-ocidentalização-desenvolvimento”, a policrise do presente degrada a biosfera e a diversidade dos ecossistemas bioculturais.

É possível interromper o caminho que percorremos a passos largos rumo ao abismo?

É sobre essas vias regeneradoras que queremos conversar com vocês!

“Na verdade, tudo já começou, sem que se saiba disso. Estamos ainda nas fases das preliminares modestas, invisíveis, marginais, dispersas. Em todos os continentes, em todas as nações, já existem efervescências criativas, uma profusão de iniciativas locais no sentido da regeneração econômica, ou social, ou política, ou cognitiva, ou educacional, ou ética, ou existencial. (…) São essas múltiplas vias que, ao se desenvolverem em conjunto, poderão conjugar-se para formar a nova Via, que, por sua vez, desarticulará a via que seguimos e nos dirigirá rumo à ainda invisível e inconcebível Metamorfose.
A salvação começou pela base.”
(Edgar Morin, A Via para o futuro da humanidade)

Com:
Sydney Cincotto Junior – Antropólogo, Idealizador do Cidades Afetivas e Pesquisador no Complexus PUC/SP
e
Vivian Blaso – Pós-Doutoranda do Programa Cidades Globais no IEA/USP, Idealizadora do Cidades Afetivas, Pesquisadora no Complexus PUC/SP, Sócia no Conversa Sustentável e Artista

Quando: Segunda-feira, dia 03/08, às 20 horas

Assista na página do YouTube do Cidades Afetivas: https://www.youtube.com/channel/UCCNog7mqtOb7qfweBL7iU2Q

#regeneração#cidadesafetivas#vidaemcomum#convivialismo#bemviver#incandescências#pensamentocomplexo#liveincandescências

FÓRUM VERDE QUER RIGOR DA PREFEITURA NO COMBATE À PANDEMIA NOS PARQUES

“O coletivo Fórum Verde Permanente de Parques, Praças e Áreas Verdes reuniu-se esta segunda-feira, 20, com a Prefeitura de São Paulo para solicitar a participação dos conselhos dos parques municipais nas definições e encaminhamentos dos protocolos adotados nos parques visando a proteção dos usuários no que se refere à epidemia do COVID-19.

A Prefeitura aceitou elaborar uma agenda em conjunto com o Fórum Verde para que seja reduzido o risco de contaminação dos usuários dos parques. Também aceitou criar um tipo de monitoramento da questão da pandemia em conjunto com os conselhos e com convidados pelo Fórum Verde para participar do debate, como o Ministério Público Estadual, que esteve presente na reunião com o promotor de meio-ambiente da cidade de São Paulo, Dr. Carlos Henrique Prestes Camargo. Também estiveram presentes pesquisadores do Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo (USP), Ivan Maglio e Vivian Blaso, além Leonardo Maglio, representando a Comissão de Saúde, Promoção Social, Trabalho Mulher da Câmara Municipal de São Paulo, e o gabinete do vereador Gilberto Natlaini” ✊🏼Nós do @cidadesafetivas defendemos a ciência como base estratégica para as decisões de interesse comum da sociedade. Adotamos a estratégia de Advocacy para incidir em políticas públicas em defesa das áreas verdes em São Paulo. Por isso, nosso engajamento com o coletivo na disseminação da pesquisa sobre espaços públicos urbanos desenvolvida no Instituto de Estudos Avançados – IEA USP, contribuíram para articulação junto à sociedade civil e o poder público fortalecendo a importância dos diálogos com a sociedade civil, ciência e a gestão pública, afirma Vivian Blaso idealizadora do Cidades Afetivas e pesquisadora no Instituto de Estudos Avançados da USP A matéria completa está no link👉🏼https://www.forumverdepermanente.eco.br/…/forum-verde-quer-… #parquesurbanos #vidaemcomum #advocacy #politicaspublicas #ativismosurbanos #vidaemcomum #bemviver #convivialismo #cidadesafetivas #emdefesadosparques @svmasp #participacaopopular #incidenciapolítica

Arte para ajudar o movimento “Costurando Máscaras Zona Oeste”

No final de semana fiz a Tela Metamorfose do Amor em uma live on line e doei ao Movimento Costurando Máscaras Zona Oeste. Abri essa Vakinha para ajudar as mulheres continuarem costurando. A campanha faz parte da Rede Leopoldina Solidária e tem apoio do Observatório Vila Leopoldina – SP. A nossa meta de arrecadação R$1000,00 a verba será repassada integralmente para o movimento. O doador que fizer a maior doação receberá a tela em sua residência.

Para doar basta acessar o link https://www.vakinha.com.br/vaquinha/arte-para-ajudar-o-movimento-costurando-mascaras-zona-oeste

Ensaio – Cidades afetivas: Advocacy como uma via convivialista na direção do bem viver

“As cidades afetivas investem em novas formas de convivialidade, como o slow food, os coletivos artístico-culturais, a economia solidário-colaborativa, os mandatos coletivos na política, todos em sintonia com os novos ideários, que reivindicam uma vida ecologizada para devolver às cidades a função política de ser um espaço coletivo para o bem viver”.
O Ensaio “Cidades afetivas: Advocacy como uma via convivialista na direção do bem viver” está publicado no site do Instituto de Estudos Avançados da Universidade São Paulo autoria de Vivian Blaso e integra as pesquisas em andamento no Programa Usp Cidades Globais sob a Supervisão da Professora Dra. Suzana Pasternak
Para ler o artigo na íntegra acesse o link: http://www.iea.usp.br/pesquisa/projetos-institucionais/usp-cidades-globais/artigos-digitais/cidades-afetivas-advocacy-como-uma-via-convivialista-na-direcao-do-bem-viver

Segura a Onda – Juntxs somos mais fortes

Plataforma reúne iniciativas cidadãs que trabalham para conter os impactos da pandemia do coronavírus no Brasil.

Nas primeiras semanas desde os primeiros casos de contágio do coronavírus, uma série de iniciativas cidadãs de solidariedade surgiram espontaneamente para combater os impactos da pandemia. Em momentos de crise, a solidariedade e a criatividade aparecem como resposta para soluções dos mais diversos problemas. Pensando em consolidar uma plataforma que reúna, divulgue e multiplique essas iniciativas, um grupo de voluntários criou o Segura a Onda.

A iniciativa originou-se na Espanha com a plataforma frenalacurva.net. Devido ao seu sucesso, ela está sendo replicada em outros países além do Brasil como Colômbia, México, Costa Rica, França, Equador e Uruguai.

O grupo entende que nesses momentos de crise a responsabilidade cidadã apresenta-se como alternativa para resolução de problemas complexos e as iniciativas cidadãs podem dar respostas rápidas e eficientes.

Luis Eduardo Taveres, Cientista social e pesquisador de assuntos relacionados à “Tecnologia, Cultura e Sociedade, um dos responsáveis pela plataforma para o Brasil, observa:  “Nos primeiros dias de quarentena, por volta de 16 de março, vendo as notícias que chegavam da Europa e as medidas que começavam a ser tomadas no Brasil, percebi que estávamos diante de um acontecimento gerador de múltiplos e profundos efeitos sociais. E que ao invés do pânico e de atitudes individuais, precisávamos de ações coletivas coordenadas para frear a propagação do vírus e superarmos a pandemia. Então, fiquei bastante animado quando soube da existência de uma plataforma como Frena La Curva e da articulação para construção de um capítulo brasileiro desta experiência e logo me engajei. O processo de construção coletiva fluiu super bem e trabalhar nele, assim como conhecer tantas pessoas engajadas por aí nas mais diversas iniciativas de enfrentamento a essa crise também é algo que ajuda a manter a mente sã durante esse período de confinamento e diante das tragédias diárias. Podemos ter em vista que a força cooperativa de todas essas redes de solidariedade que se auto-organizam na sociedade civil signifiquem valiosas lições civilizatórias tiradas dessa catástrofe e que fortaleçam a consciência e importância dos bens comuns”.

Cátia Kitahara, 46, designer de interface especialista em WordPress conta que utilizou sua experiência profissional de mais de dez anos para colocar o site em poucos dias no ar. “O site nada mais é que um fórum old school bem no estilo da época em que a internet ainda era aberta e livre, quando iniciativas como essa pipocavam e as pessoas se apropriavam mais das ferramentas ao invés de se submeterem aos formatos impostos pelas redes sociais que hoje “substituem” a internet”, comentou a designer.
Ela conta também que fazia tempo que não participava de uma iniciativa como essa, totalmente colaborativa e orgânica. “Somos uma rede de pessoas que colocaram-se à disposição para trabalharem juntas sem nunca terem se conhecido. Uma equipe forte se criou rapidamente e logo começamos a trabalhar como se já nos conhecêssemos. Isso é muito bom porque dá um alento e torna a situação atual mais suportável”, disse Cátia Kitahara.

A plataforma funciona como um guia onde qualquer um pode adicionar iniciativas ou ações de sua cidade ou bairro dentro dos seguintes temas: fontes confiáveis; informação confiável; cuidados; quarentena; educação; cultura; trabalho e renda; redes de consumo; ciência aberta; populações ameaçadas; redes de solidariedade; gênero; e moradia e aluguel.

Para participar, o usuário deve registrar-se no site com um endereço de email e senha e seguir o manual de uso. Existe uma equipe de moderadores voluntários que está acompanhando todas as postagens e fazendo a curadoria do conteúdo. Caso você queira ser um moderador, envie um email para: contato@seguraaonda.com.br

Acesse o site e faça parte dessa rede de colaboradores. Ajude-nos a dar uma resposta coletiva pensando, sobretudo, nas parcelas da população em piores condições nesse momento.

Serviço
Site: https://seguraaonda.com.br

Instagram:seguraaonda_br

Twitter:seguraAondaBR

Manual do site: https://seguraaonda.com.br/foruns/forum/manual-do-site/
Contato: contato@seguraaonda.com.br