Cidades Afetivas

Cidades Afetivas: resgate antropoético do bem viver

Somos um observatório dos movimentos afetivos nas cidades. Um resgate atropoético do bem viver. Atuamos com a religação dos saberes, olhamos para a cidade como flâneurs contemporâneos e das nossas vivências relatamos as experiências e transformamos em conhecimentos. Compartilhamos ideias, tecemos redes conectivas em busca de vias transformadoras e regeneradoras do pensamento. Acreditamos que a melhor forma de compreender quem somos, de onde viemos e para onde vamos é nos deixar levar pelo #viverascidades. Sydney Cincotto Junior e Vivian Blaso 

O projeto que mapeia o choque entre expansão urbana e biodiversidade

Fonte: Nexo jornal
A partir da observação de mais de 400 cidades do planeta, ‘Atlas para o fim do mundo’ estuda a rota de colisão entre urbanização acelerada e biomas naturais nas próximas décadas

Link para matéria: https://www.nexojornal.com.br/expresso/2018/02/19/O-projeto-que-mapeia-o-choque-entre-expans%C3%A3o-urbana-e-biodiversidade?utm_source=socialbttns&utm_medium=article_share&utm_campaign=self

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Eventos que participamos e recomendamos

CONGRESSOS : Apresentaremos resultados das nossas pesquisas no IX Encontro Internacional Saber Urbano e Linguagem: escrituras da cidade. O evento é promovido pelo Laboratório de Estudos Urbanos da Universidade de Campinas – UNICAMP, de 06 a 08 de março de 2018.

Vivian Aparecida Blaso Souza Soares Cesar e Vinicius Georges:
“Muralismo e Pixação: Análise das Linguagens,
Narrativas e Laços Sociais nos Festivais Cura em Belo Horizonte e O.Bra em São Paulo”

Sydney Cincotto Junior e Renan Simões:
“Cidades Afetivas: discursos e narrativas dos
coletivos na reivindicação da política do bem viver” http://www.labeurb.unicamp.br/site/web/index.php

RECOMENDAMOS :

Trajeto Vila Madalena com @expressaourbanasp

Em Belo Horizonte na Rua Sapucaí, no mirante de arte urbana durante a visita ao @cura.art em janeiro de 2018. A  Cidade Comunica  #bhafetiva, #grafitebh,  #instagrafite,  #boemiabh,  #centropatrimoniocultural, #viverascidades,  #todopoderaopovo,  #expressaourbana,  #visualidades, #polissemiasurbanasepensentocomplexo

 

RESISTIR PARA EXISTIR

Resistir para Existir essa essa é a frase estampada no mural do  Minhocão em São Paulo no graffiti onde são retratadas as cantoras Linn da Quebrada e As Bahias – musas do mural dos artistas Patrick Rigon e Renan Santos.[1] Este mural faz parte da ação promovida pela marca sueca de vodca Absolut que integra o projeto da marca Absolut Art Resistance ligada também a causa LGBTQ+ e a arte de resistência como o muralismo e o graffiti.

[1] Disponível http://www.meioemensagem.com.br/home/ultimas-noticias/2017/09/28/absolut-traz-arte-como-protesto-em-campanha.html

 

MPB Musical Popular Brasileiro. Um Show de Afeto!

No dia 03 de março, sábado tivemos a oportunidade de assistir MPB Musical Popular Brasileiro, um espetáculo sensacional, montagem, cenário, atores, músicos, a produção está impecável. Recebi este convite e foi uma honra participar de um momento tão especial do @viacultura produção de Renata e Silvio Ferraz. Gostamos tanto que já estamos organizando com os amigos para assistir novamente. @adrianalessaoficial está divinamente plena @ericobras divertidíssimo, realmente um show provocativo, político, reflexivo e muito atual. Em cartaz até 15 de julho no Teatro das Artes em São Paulo. Um show de afeto! #afetoecidade #viverascidades#cidadesafetivas

Por Cidades mais Afetivas e Humanas

“Por cidades mais afetivas e humanas” será apresencapa inteiratada durante o Alas – XXXI Congreso Asociación Latinoamericana de Sociología  nos dia 3 – 8 de diciembre de 2017, Montevideo, Uruguay.

A proposta foi idealizada pelos pesquisadores Sydney Cincotto Junior e Vivian Blaso  do Complexus – Núcleo de Estudos da Complexidade na PUC/SP.

“Por cidades mais afetivas e humanas” investe na política do bem viver, na direção de uma vida mais democrática, pública, aberta e solidária, em sintonia com a realidade do mundo que não comporta mais as tormentas do crescimento e do lucro obtidos das relações entre capital e trabalho, nem tampouco suporta a ideologia do sujeito empreendedor de si – comandada por uma subjetividade neoliberal, que valoriza o individualismo, o consumismo, a meritocracia e a privatização da vida. Sem ignorar ou negar a realidade dos conflitos inerentes às relações e aos contextos sócio-político-econômicos nos quais estão inseridos, uma cidade afetiva aposta no resgate das relações comunitárias e na arte de viver juntos, que possibilitam aos humanos cuidar uns dos outros, do meio em que vivem, da natureza e, por extensão, de todo planeta.

Sobre os autores:

Sydney Cincotto Junior, Doutorando na PUC/SP – Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Professor no Centro Universitário Motta

Ph.D. Vivian Aparecida Blaso Souza Soares César – Professora: Universidade Presbiteriana Mackenzie, Fundação Armando Álvares Penteado e FGVEAESP. Pesquisadora no Complexus – Núcleo de Estudos da Complexidade, PUC/SP, Sócia na Conversa Sustentável.

Informações para imprensa:

contato@conversasustentavel.com.br

 

ESTE É O ARTISTA KAOS SCALABRINI

Kaos Scalabrini
Artista plástico e empreendedor, mineiro de Belo Horizonte, Rodrigo Scalabrini Aguiar “Kaos Scalabrini”, traz em suas pinturas artísticas o ideal entre o dripping (gotejamento/respingo), o impressionismo e o expressionismo abstrato. Autodidata, iniciou a vida artística no final da década de 90, quando chamou sua atenção a arte de rua, popularmente chamada de Graffiti. A liberdade de criação e harmonia de traços e movimentos fazem com que o artista com características inovadoras se destaque em meio à profusão de intervenções urbanas. A preocupação com o meio ambiente e preservação da natureza são temas recorrentes em seus trabalhos, buscando a reflexão
do apreciador. A crítica social é também um aspecto de extrema importância, garantindo uma identificação quase imediata de muitos segmentos da sociedade com as obras do artista. Tem como inspiração detalhes do cotidiano, hábitos culturais e o olhar crítico em relação as sociedades e seus costumes.

O Comum: um ensaio sobre a revolução no século 21

Desde que iniciamos as pesquisas Cidades Afetivas:uma via ecológica para o bem viver, capturávamos este novo espírito do capitalismo, processos de profundas transformações politicas, econômicas, socioculturais e ambientais e comportamentais. Estamos diante de novos desafios, complexos, mas que já demonstram oportunidades e vias possíveis para o futuro da humanidade.

Recomendamos a Leitura do Artigo publicado pelo Instituto Humanitas Unisinos.  Link completo para a matéria está disponível no site http://www.ihu.unisinos.br/78-noticias/562765-o-comum-um-ensaio-sobre-a-revolucao-no-seculo-21

O livro Comum. Ensaio sobre a Revolução no Século XXI. Pierre Dardot e Christian Laval abre caminhos e vias para a revolução que está por vir ainda neste século.

“Os comuns não são ‘produzidos’ ou ‘instituídos’. É por isso que somos muito relutantes em aceitar a noção de ‘bens comuns’. Parece-nos que o raciocínio deveria ser o inverso: todo comum que é instituído é um bem, mas nenhum bem é por si comum. É preciso cuidar para não confundirmos um bem no sentido ético e político (agathon) e um bem no sentido de uma aquisição que pode ser trocada e vendida (ktesis). Todo comum é um bem no sentido ético e político, mas apenas na medida em que não é uma aquisição. Uma vez instituído, um comum não é alienável; a partir de então ele se instala na esfera de coisas que não podem ser apropriadas. Isto significa que ele escapa da lógica proprietária em qualquer de suas formas (privada ou estatal)”, escrevem Pierre Dardot e Christian Laval, em artigo publicado por UniNômade, 24-11-2016. A tradução é de Renan Porto.

Lançamento do livro: Espiral de Ideias. Textos de Antropologia Fundamental

Lançamento do livro: Espiral de Ideias. Textos de Antropologia Fundamental por Edgard de Assis Carvalho professor Titular departamento de Antropologia na PUCSP.

Prólogo

“Símbolos de evolução e movimento presentes em todas as culturas humanas, as espirais expressam a transitoriedade das expressões culturais. Edgar Morin se refere a elas em várias passagens dos seis volumes de O Método. O processo do conhecimento é sempre constituído por esses circuitos provisórios que se alimentam da história e travam com ela um diálogo permanente. Espirais, portanto, são sistemas abertos, dissipativos, hologrâmicos. O Anticristo, o método sempre vêm no fim e jamais constitui um receituário prévio a ser aplicado a objetos inertes. Método é caminho, errância, viagem, contrabando, tradução. Foi assim que surgiu a ideia-título deste livro. Instado por amigos, comparsas, colaboradores, reuni um conjunto de ditos e escritos meus, espalhados nos arquivos da minha biblioteca de Babel”.  Edgard de Assis Carvalho, março de 2017.

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