Vivian Blaso

Diálogos Gigantes reúne debatedores para analisar 30 anos da “Constituição Cidadã”

Evento traz os avanços e retrocessos nos campos da educação, cultura, meio ambiente, indígenas, saúde e direitos trabalhistas

A Constituição de 1988 completa 30 anos em outubro. Mas o que mudou desde então e quais foram as contribuições para a evolução da cidadania no Brasil? Para estimular a reflexão sobre os avanços e retrocessos do período, o Instituto NET Claro Embratel promove um novo Diálogos Gigantes com o tema “A Constituição de 88 e a ação democrática direta”.

O evento acontece dia 2/8, das 8h às 15h, em parceria com o Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo (Ipusp). A participação pode ser garantida presencialmente na plateia do Auditório Carolina Bori do Ipusp, em São Paulo (SP), pelo formulário de inscrição. Também, pode ser acompanhado por transmissão ao vivo na página do Instituto NET Claro Embratel no Facebook ou pelo YouTube do Ipusp.

Serão três mesas de debates com o objetivo de discutir a chamada Constituição Cidadã dividida por temáticas: educação e cultura; meio ambiente e indígenas; e saúde e direitos trabalhistas (veja abaixo a programação completa). A mediação fica por conta do mestre em Comunicação e produtor de conteúdos de educação e cidadania Marcelo Abud.

Os debates serão gravados e vão fazer parte da série especial de podcasts “A Constituição Cidadã e os dias de hoje”, com previsão de lançamento em setembro no portal do Instituto NET Claro Embratel.
Confira mais informações na página do evento.

Serviço

Evento: A Constituição de 88 e a ação democrática direta
Quando: 2 de agosto de 2018, das 8h às 15h
Onde: Auditório Carolina Bori, Bloco G, Instituto de Psicologia da USP (Avenida Prof. Mello Moraes 1721, Cidade Universitária, São Paulo-SP)
Parceria: Instituto NET Claro Embratel e Instituto de Psicologia da USP
Inscrição para o presencial

Programação

8h – Mesa “Meio Ambiente e Indígenas”. Participam da conversa, Vivian Blaso, doutora em Ciências Sociais (Antropologia) pela PUC-SP; Sergio Leitão, advogado, fundador e diretor executivo do Instituto Escolhas; João Paulo Capobianco, biólogo e ambientalista.

9h30 – Mesa “Educação e Cultura”. Estarão presentes Daniel Cara, educador, cientista político e coordenador geral licenciado da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, e Lisete Arelaro, doutora em Educação pela USP.

11h – Mesa “Saúde e direitos trabalhistas”. Para discutir o tema, os convidados Christian Dunker, coordenador do Instituto de Psicologia da USP; Márcio Pochmann, doutor em Ciência Econômica pela Unicamp e Magda Biavaschi, doutora em Economia Aplicada (Economia Social do Trabalho) pela Unicamp.

13h30 – Debate “Ação democrática direta”, promovido pelo Ipusp. As convidadas são Claudia Visoni, jornalista e militante de agricultura urbana, além de Maria Aparecida de Andrade Moreira Machado, pró-reitora de cultura e extensão da USP. Organizador: Christian Dunker.

Casa do Saber – Cidades Afetivas e a Sociedade do Cansaço

https://casadosaber.com.br/sp/cursos/ferias/cidades-afetivas-e-a-sociedade-do-cansaco.html

Cidades Afetivas e a Sociedade do Cansaço

Edgar Morin, Byung-Chul Han e Michel Serres

com Vivian Blaso

As cidades são sistemas abertos: sua dinâmica emite e recebe mensagens, e é neste contexto que o homo urbanus afeta e é afetado. As suas vivências e experiências refletem a sociedade do cansaço. Eros agoniza! Nas cidades, o homem contemporâneo significa e ressignifica o seu sentido de existência no mundo. Compreender as cidades a partir do homo urbanus traz o desafio de sair da posição de sujeitos passivos, permitindo a compreensão das subjetividades e das intermitências da alma que transitam entre o homo sapiens demens e o homo urbanus.

O encontro coloca um diálogo entre três grandes pensadores dos dias atuais: Edgar Morin, Byung-Chul Han e Michel Serres. São eles que norteiam as reflexões sobre cidades e afetividades, sociedade do cansaço e agonia de Eros, natureza e cultura. No encontro, a professora apresenta o seu trabalho “Cidades Afetivas”, mostrando como os afetos conduzem as possibilidades de reconhecimento de si e do outro a partir do processo evolutivo do homem no espaço urbano.

A aula aberta é gratuita e destinada a apresentar um novo professor ao público da Casa do Saber e, para os novos alunos, é também uma oportunidade de ter contato com o ambiente e a dinâmica das aulas. O tema, geralmente panorâmico, serve como uma porta de entrada para assuntos a serem aprofundados em um futuro curso ministrado pelo professor da aula aberta

Aula na Ágora – Cidades Afetivas uma via convivialista para o bem viver

Cidades Afetivas uma via convivialista para o bem viver

Aula Aberta!
Uma cidade afetiva aposta no resgate das relações comunitárias e na arte de viver juntos, que possibilitam aos humanos cuidar uns dos outros, do meio em que vivem, da natureza e, por extensão, de todo planeta.
Essa é a proposta da aula aberta: “Cidades Afetivas uma via convivialista para o bem viver” com os idealizadores do Cidades Afetivas: Sydney Cincotto Júnior, Doutor em Antropologia e pesquisador no Complexus Núcleo de Estudos da Complexidade na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo e no Cidades Afetivas e Vivian Blaso, Doutora em Antropologia, pesquisadora no Complexus Núcleo de Estudos da Complexidade na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo e no Cidades Afetivas autora do livro: Cidades em Tempos Sombrios: Barbárie ou Civilização. O evento contará com a participação do coletivo Senta Aqui Conversa Comigo – “Projeto Piloto de Ação Social que visa promover o encontro de pessoas em espaços públicos. O olhar, a conversa, a escuta e a troca muito nos interessam”.
Cidades Afetivas é um observatório das manifestações afetivas que vem ocorrendo nas cidades, investiga os coletivos de diferentes naturezas no contexto urbano e suas atuações-manifestações-performances políticas, culturais e artísticas que têm contribuído para promover o bem viver, a convivialidade, o direito à cidade e sua ocupação enquanto espaço público e comum para todos. Cidades afetivas pesquisa as novas formas de convivialidade, as formas de economia solidário-colaborativa, os ativismos urbanos, os coletivos artístico-culturais, em sintonia com ideários complexos que reivindicam uma vida ecologizada para devolver às cidades a função de serem um espaço comum para o bem viver.

Data: 11 de agosto de 2018

Horário: 10horas

Local: Praça Oswaldo Cruz, São Paulo

Informações Adicionais:  https://www.facebook.com/events/482465632199636/

Este evento faz parte da Semana do Caminhar – http://bit.ly/semanadocaminhar2018
Sobre a Semana do Caminhar

Entre os dias 5 a 11 de agosto acontece a Semana do Caminhar para celebrar e chamar atenção sobre o modo de deslocamento mais utilizado nas cidades: O CAMINHAR. Inspirada pelo Dia Mundial do Pedestre – celebrado dia 8 de agosto por ser o dia em que os Beatles tiraram a icônica foto atravessando a Abbey Road em Londres em 1969. A Semana do Caminhar, organizada pelo SampaPé! (www.facebook.com/sampape.sp), está acontecendo em diversas cidades do Brasil. O mote deste ano é “Poder caminhar” pois apesar de ser atividade mais elementar de existência nas cidades o direito a caminhar muitas vezes é negado, seja pela infraestrutura como por outros elementos.

Saiba mais e fique ligadx na programação: http://bit.ly/semanadocaminhar2018

Oficinas do Pensamento.A refundação da ética em tempos líquidos sombrios e globalizados. 

No dia4/5, 14h30  irei participar da Oficinas do Pensamento: A refundação da ética em tempos líquidos sombrios e globalizados. Iremos dialogar sobre  O Método 6 de Edgar Morin. A obra foi traduzida por Juremir Machado da Silva. e publicada em Porto Alegre pela Sulina, 2015.
Local: PUCSP – Sala Tecnológica 305

Evento coordenado por Edgard de Assis Carvalho coordenador do Complexus Núcleo de Estudos da Complexidade na PUCSP que integra a CIUEM – Cátedra Itinerante UNESCO Edgar Morin

Evento é gratuito e aberto aos interessados!

Informações acesse:  https://www.facebook.com/complexusnucleo/

“Educar fora a sala de aula” este é um dos desafios do Expressão Urbana SP

 

Primeira parte da entrevista  com Expressão Urbana SP com Vinicius Georges já está no ar.

Aproveite e inscreva-se em no canal. O Expressão Urbana SP realiza caminhadas pela cidade de São Paulo durante os trajetos do Centro, Vila Madalena, Consolação e 23 de Maio,  são abordados temas como graffitti, pixação x pichação, politica, ocupação, disputas, história e muita arte urbana. Informações sobre os trajetos acesse:     https://www.expressaourbanasp.com.br/centro

Entrevista com Vinicius Georges do Expressão Urbana SP:

 

 

 

 

 

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Artigo publicado na Revista @eMetropolis: Cidades Afetivas uma via ecologica para o bem viver

ARTIGO
Cidades afetivas
uma via ecológica para o bem-viver
Por Vivian Aparecida Blaso Souza Soares César, Sydney Cincotto Junior e Valmir Martins de Oliveira

RESUMO

O desafio contemporâneo do “homo urbanus” é encontrar outras vias de sociabilidade capazes de regenerar a vida que se encontra intoxicada-hiperconectada-saturada. As promessas de um capitalismo sustentável e uma vida smart governada pelo uso das tecnologias não parecem ser capazes de propiciar mais qualidade de vida, equidade, segurança, acessibilidade e convivialidade nas cidades. O decrescimento sereno e as políticas do bem-viver vão na contramão do admirável mundo novo prometido pela tríade: vida smart, economia verde, desenvolvimento sustentável. Cidades afetivas requerem novas formas de convivialidade como slow food, economia solidária/colaborativa, mandatos coletivos para o bem viver.

Palavras-chave: Cidades afetivas; Bem-viver; Pensamento complexo; Convivialismo.

ABSTRACT

The contemporary challenge of the “homo urbanus” is to find other ways of sociability capable of regenerating the life that is intoxicated-hyperconnected-saturated. The promises of sustainable capitalism and a smart life governed by the use of technologies do not seem to be able to provide more quality of life, equity, security, accessibility and conviviality in cities. Serene decline and well-being policies run counter to the brave new world promised by the triad: smart living, green economy, sustainable development. Affective cities require new forms of conviviality such as slow food, solidarity / collaborative economy, collective mandates for well-being.

Keywords: Affective cities; Good living; Complex thinking; Convivialism.

http://emetropolis.net/artigo/243?name=cidades-afetivas

Cidades Afetivas: resgate antropoético do bem viver

Somos um observatório dos movimentos afetivos nas cidades. Um resgate atropoético do bem viver. Atuamos com a religação dos saberes, olhamos para a cidade como flâneurs contemporâneos e das nossas vivências relatamos as experiências e transformamos em conhecimentos. Compartilhamos ideias, tecemos redes conectivas em busca de vias transformadoras e regeneradoras do pensamento. Acreditamos que a melhor forma de compreender quem somos, de onde viemos e para onde vamos é nos deixar levar pelo #viverascidades. Sydney Cincotto Junior e Vivian Blaso 

Saci Michael artista inspirou a capa do livro Cidades em Tempos Sombrios. Barbárie ou Civilização

Obra do artista @saci_michael tive a honra de ter uma de suas artes estampada na capa do meu livro Cidades em Tempos Sombrios. Barbárie ou Civilização. #instagrafite #expressaourbana#arteurbana #grafitesp @aalmadarua #visualidades#viverascidades direto de São Paulo. Essa é a obra que está na capa livro.