Novo Capitalismo

Cidades Afetivas e Abraps na direção de um futuro sustentável

Participamos da Sexta Reunião Temática Abraps 2018 Associação Brasileira dos Profissionais pelo Desenvolvimento Sustentável No dia 24 de agosto de 2018 na Unibes Cultural apresentando o Cidades Afetivas. A Abraps – Associação Brasileira dos Profissionais pelo Desenvolvimento Sustentável é uma instituição sem fins lucrativos, empenhada em fortalecer a atuação do profissional que atua com os objetivos do desenvolvimento sustentável, os ODS, de maneira diferenciada e complementar ao que vem sendo abordada por outras instituições que atuam neste tema.

Acesse o Canal Cidades Afetivas no Youtube:  https://www.youtube.com/watch?v=uRQClKvbio0

Abraps – Associação Brasileira dos Profissionais pelo Desenvolvimento Sustentável é uma instituição sem fins lucrativos, empenhada em fortalecer a atuação do profissional que atua com os objetivos do desenvolvimento sustentável, os ODS, de maneira diferenciada e complementar ao que vem sendo abordada por outras instituições que atuam neste tema. Acesse:   http://abraps.org.br/ods/

Diálogos Gigantes reúne debatedores para analisar 30 anos da “Constituição Cidadã”

Evento traz os avanços e retrocessos nos campos da educação, cultura, meio ambiente, indígenas, saúde e direitos trabalhistas

A Constituição de 1988 completa 30 anos em outubro. Mas o que mudou desde então e quais foram as contribuições para a evolução da cidadania no Brasil? Para estimular a reflexão sobre os avanços e retrocessos do período, o Instituto NET Claro Embratel promove um novo Diálogos Gigantes com o tema “A Constituição de 88 e a ação democrática direta”.

O evento acontece dia 2/8, das 8h às 15h, em parceria com o Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo (Ipusp). A participação pode ser garantida presencialmente na plateia do Auditório Carolina Bori do Ipusp, em São Paulo (SP), pelo formulário de inscrição. Também, pode ser acompanhado por transmissão ao vivo na página do Instituto NET Claro Embratel no Facebook ou pelo YouTube do Ipusp.

Serão três mesas de debates com o objetivo de discutir a chamada Constituição Cidadã dividida por temáticas: educação e cultura; meio ambiente e indígenas; e saúde e direitos trabalhistas (veja abaixo a programação completa). A mediação fica por conta do mestre em Comunicação e produtor de conteúdos de educação e cidadania Marcelo Abud.

Os debates serão gravados e vão fazer parte da série especial de podcasts “A Constituição Cidadã e os dias de hoje”, com previsão de lançamento em setembro no portal do Instituto NET Claro Embratel.
Confira mais informações na página do evento.

Serviço

Evento: A Constituição de 88 e a ação democrática direta
Quando: 2 de agosto de 2018, das 8h às 15h
Onde: Auditório Carolina Bori, Bloco G, Instituto de Psicologia da USP (Avenida Prof. Mello Moraes 1721, Cidade Universitária, São Paulo-SP)
Parceria: Instituto NET Claro Embratel e Instituto de Psicologia da USP
Inscrição para o presencial

Programação

8h – Mesa “Meio Ambiente e Indígenas”. Participam da conversa, Vivian Blaso, doutora em Ciências Sociais (Antropologia) pela PUC-SP; Sergio Leitão, advogado, fundador e diretor executivo do Instituto Escolhas; João Paulo Capobianco, biólogo e ambientalista.

9h30 – Mesa “Educação e Cultura”. Estarão presentes Daniel Cara, educador, cientista político e coordenador geral licenciado da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, e Lisete Arelaro, doutora em Educação pela USP.

11h – Mesa “Saúde e direitos trabalhistas”. Para discutir o tema, os convidados Christian Dunker, coordenador do Instituto de Psicologia da USP; Márcio Pochmann, doutor em Ciência Econômica pela Unicamp e Magda Biavaschi, doutora em Economia Aplicada (Economia Social do Trabalho) pela Unicamp.

13h30 – Debate “Ação democrática direta”, promovido pelo Ipusp. As convidadas são Claudia Visoni, jornalista e militante de agricultura urbana, além de Maria Aparecida de Andrade Moreira Machado, pró-reitora de cultura e extensão da USP. Organizador: Christian Dunker.

Casa do Saber – Cidades Afetivas e a Sociedade do Cansaço

https://casadosaber.com.br/sp/cursos/ferias/cidades-afetivas-e-a-sociedade-do-cansaco.html

Cidades Afetivas e a Sociedade do Cansaço

Edgar Morin, Byung-Chul Han e Michel Serres

com Vivian Blaso

As cidades são sistemas abertos: sua dinâmica emite e recebe mensagens, e é neste contexto que o homo urbanus afeta e é afetado. As suas vivências e experiências refletem a sociedade do cansaço. Eros agoniza! Nas cidades, o homem contemporâneo significa e ressignifica o seu sentido de existência no mundo. Compreender as cidades a partir do homo urbanus traz o desafio de sair da posição de sujeitos passivos, permitindo a compreensão das subjetividades e das intermitências da alma que transitam entre o homo sapiens demens e o homo urbanus.

O encontro coloca um diálogo entre três grandes pensadores dos dias atuais: Edgar Morin, Byung-Chul Han e Michel Serres. São eles que norteiam as reflexões sobre cidades e afetividades, sociedade do cansaço e agonia de Eros, natureza e cultura. No encontro, a professora apresenta o seu trabalho “Cidades Afetivas”, mostrando como os afetos conduzem as possibilidades de reconhecimento de si e do outro a partir do processo evolutivo do homem no espaço urbano.

A aula aberta é gratuita e destinada a apresentar um novo professor ao público da Casa do Saber e, para os novos alunos, é também uma oportunidade de ter contato com o ambiente e a dinâmica das aulas. O tema, geralmente panorâmico, serve como uma porta de entrada para assuntos a serem aprofundados em um futuro curso ministrado pelo professor da aula aberta

Oficinas do Pensamento.A refundação da ética em tempos líquidos sombrios e globalizados. 

No dia4/5, 14h30  irei participar da Oficinas do Pensamento: A refundação da ética em tempos líquidos sombrios e globalizados. Iremos dialogar sobre  O Método 6 de Edgar Morin. A obra foi traduzida por Juremir Machado da Silva. e publicada em Porto Alegre pela Sulina, 2015.
Local: PUCSP – Sala Tecnológica 305

Evento coordenado por Edgard de Assis Carvalho coordenador do Complexus Núcleo de Estudos da Complexidade na PUCSP que integra a CIUEM – Cátedra Itinerante UNESCO Edgar Morin

Evento é gratuito e aberto aos interessados!

Informações acesse:  https://www.facebook.com/complexusnucleo/

Manifesto Convivialista e o bem viver nas cidades contemporâneas

Convivialismo pressupõem a arte de viver juntos, que valorize a relação e a cooperação. As cidades desde os movimentos indignados, Occupy Wall Street abrem diálogos sobre os novos pensamentos dos “communs.” O manifesto convivialista ensaia saídas para as questões que assombram a contemporaneidade que vivemos, na busca pelo bem viver nas cidades. Acesse o manifesto convivialista no link: http://www.iecomplex.com.br/eventos/manifesto.pdf

RESISTIR PARA EXISTIR

Resistir para Existir essa essa é a frase estampada no mural do  Minhocão em São Paulo no graffiti onde são retratadas as cantoras Linn da Quebrada e As Bahias – musas do mural dos artistas Patrick Rigon e Renan Santos.[1] Este mural faz parte da ação promovida pela marca sueca de vodca Absolut que integra o projeto da marca Absolut Art Resistance ligada também a causa LGBTQ+ e a arte de resistência como o muralismo e o graffiti.

[1] Disponível http://www.meioemensagem.com.br/home/ultimas-noticias/2017/09/28/absolut-traz-arte-como-protesto-em-campanha.html

 

O Comum: um ensaio sobre a revolução no século 21

Desde que iniciamos as pesquisas Cidades Afetivas:uma via ecológica para o bem viver, capturávamos este novo espírito do capitalismo, processos de profundas transformações politicas, econômicas, socioculturais e ambientais e comportamentais. Estamos diante de novos desafios, complexos, mas que já demonstram oportunidades e vias possíveis para o futuro da humanidade.

Recomendamos a Leitura do Artigo publicado pelo Instituto Humanitas Unisinos.  Link completo para a matéria está disponível no site http://www.ihu.unisinos.br/78-noticias/562765-o-comum-um-ensaio-sobre-a-revolucao-no-seculo-21

O livro Comum. Ensaio sobre a Revolução no Século XXI. Pierre Dardot e Christian Laval abre caminhos e vias para a revolução que está por vir ainda neste século.

“Os comuns não são ‘produzidos’ ou ‘instituídos’. É por isso que somos muito relutantes em aceitar a noção de ‘bens comuns’. Parece-nos que o raciocínio deveria ser o inverso: todo comum que é instituído é um bem, mas nenhum bem é por si comum. É preciso cuidar para não confundirmos um bem no sentido ético e político (agathon) e um bem no sentido de uma aquisição que pode ser trocada e vendida (ktesis). Todo comum é um bem no sentido ético e político, mas apenas na medida em que não é uma aquisição. Uma vez instituído, um comum não é alienável; a partir de então ele se instala na esfera de coisas que não podem ser apropriadas. Isto significa que ele escapa da lógica proprietária em qualquer de suas formas (privada ou estatal)”, escrevem Pierre Dardot e Christian Laval, em artigo publicado por UniNômade, 24-11-2016. A tradução é de Renan Porto.