Comum

Por Cidades mais Afetivas e Humanas

“Por cidades mais afetivas e humanas” será apresencapa inteiratada durante o Alas – XXXI Congreso Asociación Latinoamericana de Sociología  nos dia 3 – 8 de diciembre de 2017, Montevideo, Uruguay.

A proposta foi idealizada pelos pesquisadores Sydney Cincotto Junior e Vivian Blaso  do Complexus – Núcleo de Estudos da Complexidade na PUC/SP.

“Por cidades mais afetivas e humanas” investe na política do bem viver, na direção de uma vida mais democrática, pública, aberta e solidária, em sintonia com a realidade do mundo que não comporta mais as tormentas do crescimento e do lucro obtidos das relações entre capital e trabalho, nem tampouco suporta a ideologia do sujeito empreendedor de si – comandada por uma subjetividade neoliberal, que valoriza o individualismo, o consumismo, a meritocracia e a privatização da vida. Sem ignorar ou negar a realidade dos conflitos inerentes às relações e aos contextos sócio-político-econômicos nos quais estão inseridos, uma cidade afetiva aposta no resgate das relações comunitárias e na arte de viver juntos, que possibilitam aos humanos cuidar uns dos outros, do meio em que vivem, da natureza e, por extensão, de todo planeta.

Sobre os autores:

Sydney Cincotto Junior, Doutorando na PUC/SP – Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Professor no Centro Universitário Motta

Ph.D. Vivian Aparecida Blaso Souza Soares César – Professora: Universidade Presbiteriana Mackenzie, Fundação Armando Álvares Penteado e FGVEAESP. Pesquisadora no Complexus – Núcleo de Estudos da Complexidade, PUC/SP, Sócia na Conversa Sustentável.

Informações para imprensa:

contato@conversasustentavel.com.br

 

O Comum: um ensaio sobre a revolução no século 21

Desde que iniciamos as pesquisas Cidades Afetivas:uma via ecológica para o bem viver, capturávamos este novo espírito do capitalismo, processos de profundas transformações politicas, econômicas, socioculturais e ambientais e comportamentais. Estamos diante de novos desafios, complexos, mas que já demonstram oportunidades e vias possíveis para o futuro da humanidade.

Recomendamos a Leitura do Artigo publicado pelo Instituto Humanitas Unisinos.  Link completo para a matéria está disponível no site http://www.ihu.unisinos.br/78-noticias/562765-o-comum-um-ensaio-sobre-a-revolucao-no-seculo-21

O livro Comum. Ensaio sobre a Revolução no Século XXI. Pierre Dardot e Christian Laval abre caminhos e vias para a revolução que está por vir ainda neste século.

“Os comuns não são ‘produzidos’ ou ‘instituídos’. É por isso que somos muito relutantes em aceitar a noção de ‘bens comuns’. Parece-nos que o raciocínio deveria ser o inverso: todo comum que é instituído é um bem, mas nenhum bem é por si comum. É preciso cuidar para não confundirmos um bem no sentido ético e político (agathon) e um bem no sentido de uma aquisição que pode ser trocada e vendida (ktesis). Todo comum é um bem no sentido ético e político, mas apenas na medida em que não é uma aquisição. Uma vez instituído, um comum não é alienável; a partir de então ele se instala na esfera de coisas que não podem ser apropriadas. Isto significa que ele escapa da lógica proprietária em qualquer de suas formas (privada ou estatal)”, escrevem Pierre Dardot e Christian Laval, em artigo publicado por UniNômade, 24-11-2016. A tradução é de Renan Porto.