Bem Viver

“Cidades Afetivas” promove aula aberta no próximo sábado em São Paulo

Aula Aberta na Àgora!
No próximo sábado dia 11 de agosto acontecerá em São Paulo uma aula aberta na Praça Oswaldo Cruz com a participação de coletivos. “A ideia é compartilhar as observações relativas ao bem viver, convivialidade e a vida em comum presentes nas atuações dos coletivos de diferentes naturezas no contexto urbano e suas atuações-manifestações-performances políticas, culturais e artísticas que vem ocorrendo nas cidades”, afirma Vivian Blaso idealizadora do “Cidades Afetivas”, Doutora em Antropologia, pesquisadora no Complexus Núcleo de Estudos da Complexidade na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, autora do livro: Cidades em Tempos Sombrios: Barbárie ou Civilização. Sydney Cincotto Júnior, Doutor em Antropologia e pesquisador no Complexus Núcleo de Estudos da Complexidade na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo um dos idealizadores do projeto irá fazer uma breve exposição apresentando as principais reflexões desde do início das pesquisas, resultados de algumas publicações cientificas e participações em congressos.
“Cidades Afetivas”, é um observatório das manifestações afetivas que vem ocorrendo nas cidades. Uma cidade afetiva aposta no resgate das relações comunitárias e na arte de viver juntos, que possibilitam aos humanos cuidar uns dos outros, do meio em que vivem, da natureza e, por extensão, de todo planeta.
A aula aberta faz parte da Semana do Caminhar – http://bit.ly/semanadocaminhar2018 idealizado pela ONG SampaPé.
Serviço:
Aula Aberta: “Cidades Afetivas uma via convivialista para o bem viver”
Data: Sábado dia 11 de Agosto
Horário: 10:00 às 11:30
Local: Praça Oswaldo Cruz, São Paulo (próximo estação de metrô Brigadeiro)
Gratuito
Sobre o evento: https://www.facebook.com/events/482465632199636/
Informações para imprensa
contato@conversasustentavel.com.br

Aula na Ágora – Cidades Afetivas uma via convivialista para o bem viver

Cidades Afetivas uma via convivialista para o bem viver

Aula Aberta!
Uma cidade afetiva aposta no resgate das relações comunitárias e na arte de viver juntos, que possibilitam aos humanos cuidar uns dos outros, do meio em que vivem, da natureza e, por extensão, de todo planeta.
Essa é a proposta da aula aberta: “Cidades Afetivas uma via convivialista para o bem viver” com os idealizadores do Cidades Afetivas: Sydney Cincotto Júnior, Doutor em Antropologia e pesquisador no Complexus Núcleo de Estudos da Complexidade na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo e no Cidades Afetivas e Vivian Blaso, Doutora em Antropologia, pesquisadora no Complexus Núcleo de Estudos da Complexidade na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo e no Cidades Afetivas autora do livro: Cidades em Tempos Sombrios: Barbárie ou Civilização. O evento contará com a participação do coletivo Senta Aqui Conversa Comigo – “Projeto Piloto de Ação Social que visa promover o encontro de pessoas em espaços públicos. O olhar, a conversa, a escuta e a troca muito nos interessam”.
Cidades Afetivas é um observatório das manifestações afetivas que vem ocorrendo nas cidades, investiga os coletivos de diferentes naturezas no contexto urbano e suas atuações-manifestações-performances políticas, culturais e artísticas que têm contribuído para promover o bem viver, a convivialidade, o direito à cidade e sua ocupação enquanto espaço público e comum para todos. Cidades afetivas pesquisa as novas formas de convivialidade, as formas de economia solidário-colaborativa, os ativismos urbanos, os coletivos artístico-culturais, em sintonia com ideários complexos que reivindicam uma vida ecologizada para devolver às cidades a função de serem um espaço comum para o bem viver.

Data: 11 de agosto de 2018

Horário: 10horas

Local: Praça Oswaldo Cruz, São Paulo

Informações Adicionais:  https://www.facebook.com/events/482465632199636/

Este evento faz parte da Semana do Caminhar – http://bit.ly/semanadocaminhar2018
Sobre a Semana do Caminhar

Entre os dias 5 a 11 de agosto acontece a Semana do Caminhar para celebrar e chamar atenção sobre o modo de deslocamento mais utilizado nas cidades: O CAMINHAR. Inspirada pelo Dia Mundial do Pedestre – celebrado dia 8 de agosto por ser o dia em que os Beatles tiraram a icônica foto atravessando a Abbey Road em Londres em 1969. A Semana do Caminhar, organizada pelo SampaPé! (www.facebook.com/sampape.sp), está acontecendo em diversas cidades do Brasil. O mote deste ano é “Poder caminhar” pois apesar de ser atividade mais elementar de existência nas cidades o direito a caminhar muitas vezes é negado, seja pela infraestrutura como por outros elementos.

Saiba mais e fique ligadx na programação: http://bit.ly/semanadocaminhar2018

Manifesto Convivialista e o bem viver nas cidades contemporâneas

Convivialismo pressupõem a arte de viver juntos, que valorize a relação e a cooperação. As cidades desde os movimentos indignados, Occupy Wall Street abrem diálogos sobre os novos pensamentos dos “communs.” O manifesto convivialista ensaia saídas para as questões que assombram a contemporaneidade que vivemos, na busca pelo bem viver nas cidades. Acesse o manifesto convivialista no link: http://www.iecomplex.com.br/eventos/manifesto.pdf

Artigo publicado na Revista @eMetropolis: Cidades Afetivas uma via ecologica para o bem viver

ARTIGO
Cidades afetivas
uma via ecológica para o bem-viver
Por Vivian Aparecida Blaso Souza Soares César, Sydney Cincotto Junior e Valmir Martins de Oliveira

RESUMO

O desafio contemporâneo do “homo urbanus” é encontrar outras vias de sociabilidade capazes de regenerar a vida que se encontra intoxicada-hiperconectada-saturada. As promessas de um capitalismo sustentável e uma vida smart governada pelo uso das tecnologias não parecem ser capazes de propiciar mais qualidade de vida, equidade, segurança, acessibilidade e convivialidade nas cidades. O decrescimento sereno e as políticas do bem-viver vão na contramão do admirável mundo novo prometido pela tríade: vida smart, economia verde, desenvolvimento sustentável. Cidades afetivas requerem novas formas de convivialidade como slow food, economia solidária/colaborativa, mandatos coletivos para o bem viver.

Palavras-chave: Cidades afetivas; Bem-viver; Pensamento complexo; Convivialismo.

ABSTRACT

The contemporary challenge of the “homo urbanus” is to find other ways of sociability capable of regenerating the life that is intoxicated-hyperconnected-saturated. The promises of sustainable capitalism and a smart life governed by the use of technologies do not seem to be able to provide more quality of life, equity, security, accessibility and conviviality in cities. Serene decline and well-being policies run counter to the brave new world promised by the triad: smart living, green economy, sustainable development. Affective cities require new forms of conviviality such as slow food, solidarity / collaborative economy, collective mandates for well-being.

Keywords: Affective cities; Good living; Complex thinking; Convivialism.

http://emetropolis.net/artigo/243?name=cidades-afetivas

Cidades Afetivas: resgate antropoético do bem viver

Somos um observatório dos movimentos afetivos nas cidades. Um resgate atropoético do bem viver. Atuamos com a religação dos saberes, olhamos para a cidade como flâneurs contemporâneos e das nossas vivências relatamos as experiências e transformamos em conhecimentos. Compartilhamos ideias, tecemos redes conectivas em busca de vias transformadoras e regeneradoras do pensamento. Acreditamos que a melhor forma de compreender quem somos, de onde viemos e para onde vamos é nos deixar levar pelo #viverascidades. Sydney Cincotto Junior e Vivian Blaso 

O projeto que mapeia o choque entre expansão urbana e biodiversidade

Fonte: Nexo jornal
A partir da observação de mais de 400 cidades do planeta, ‘Atlas para o fim do mundo’ estuda a rota de colisão entre urbanização acelerada e biomas naturais nas próximas décadas

Link para matéria: https://www.nexojornal.com.br/expresso/2018/02/19/O-projeto-que-mapeia-o-choque-entre-expans%C3%A3o-urbana-e-biodiversidade?utm_source=socialbttns&utm_medium=article_share&utm_campaign=self

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Por Cidades mais Afetivas e Humanas

“Por cidades mais afetivas e humanas” será apresencapa inteiratada durante o Alas – XXXI Congreso Asociación Latinoamericana de Sociología  nos dia 3 – 8 de diciembre de 2017, Montevideo, Uruguay.

A proposta foi idealizada pelos pesquisadores Sydney Cincotto Junior e Vivian Blaso  do Complexus – Núcleo de Estudos da Complexidade na PUC/SP.

“Por cidades mais afetivas e humanas” investe na política do bem viver, na direção de uma vida mais democrática, pública, aberta e solidária, em sintonia com a realidade do mundo que não comporta mais as tormentas do crescimento e do lucro obtidos das relações entre capital e trabalho, nem tampouco suporta a ideologia do sujeito empreendedor de si – comandada por uma subjetividade neoliberal, que valoriza o individualismo, o consumismo, a meritocracia e a privatização da vida. Sem ignorar ou negar a realidade dos conflitos inerentes às relações e aos contextos sócio-político-econômicos nos quais estão inseridos, uma cidade afetiva aposta no resgate das relações comunitárias e na arte de viver juntos, que possibilitam aos humanos cuidar uns dos outros, do meio em que vivem, da natureza e, por extensão, de todo planeta.

Sobre os autores:

Sydney Cincotto Junior, Doutorando na PUC/SP – Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Professor no Centro Universitário Motta

Ph.D. Vivian Aparecida Blaso Souza Soares César – Professora: Universidade Presbiteriana Mackenzie, Fundação Armando Álvares Penteado e FGVEAESP. Pesquisadora no Complexus – Núcleo de Estudos da Complexidade, PUC/SP, Sócia na Conversa Sustentável.

Informações para imprensa:

contato@conversasustentavel.com.br

 

O Comum: um ensaio sobre a revolução no século 21

Desde que iniciamos as pesquisas Cidades Afetivas:uma via ecológica para o bem viver, capturávamos este novo espírito do capitalismo, processos de profundas transformações politicas, econômicas, socioculturais e ambientais e comportamentais. Estamos diante de novos desafios, complexos, mas que já demonstram oportunidades e vias possíveis para o futuro da humanidade.

Recomendamos a Leitura do Artigo publicado pelo Instituto Humanitas Unisinos.  Link completo para a matéria está disponível no site http://www.ihu.unisinos.br/78-noticias/562765-o-comum-um-ensaio-sobre-a-revolucao-no-seculo-21

O livro Comum. Ensaio sobre a Revolução no Século XXI. Pierre Dardot e Christian Laval abre caminhos e vias para a revolução que está por vir ainda neste século.

“Os comuns não são ‘produzidos’ ou ‘instituídos’. É por isso que somos muito relutantes em aceitar a noção de ‘bens comuns’. Parece-nos que o raciocínio deveria ser o inverso: todo comum que é instituído é um bem, mas nenhum bem é por si comum. É preciso cuidar para não confundirmos um bem no sentido ético e político (agathon) e um bem no sentido de uma aquisição que pode ser trocada e vendida (ktesis). Todo comum é um bem no sentido ético e político, mas apenas na medida em que não é uma aquisição. Uma vez instituído, um comum não é alienável; a partir de então ele se instala na esfera de coisas que não podem ser apropriadas. Isto significa que ele escapa da lógica proprietária em qualquer de suas formas (privada ou estatal)”, escrevem Pierre Dardot e Christian Laval, em artigo publicado por UniNômade, 24-11-2016. A tradução é de Renan Porto.