Complexidade

O Comum: um ensaio sobre a revolução no século 21

Desde que iniciamos as pesquisas Cidades Afetivas:uma via ecológica para o bem viver, capturávamos este novo espírito do capitalismo, processos de profundas transformações politicas, econômicas, socioculturais e ambientais e comportamentais. Estamos diante de novos desafios, complexos, mas que já demonstram oportunidades e vias possíveis para o futuro da humanidade.

Recomendamos a Leitura do Artigo publicado pelo Instituto Humanitas Unisinos.  Link completo para a matéria está disponível no site http://www.ihu.unisinos.br/78-noticias/562765-o-comum-um-ensaio-sobre-a-revolucao-no-seculo-21

O livro Comum. Ensaio sobre a Revolução no Século XXI. Pierre Dardot e Christian Laval abre caminhos e vias para a revolução que está por vir ainda neste século.

“Os comuns não são ‘produzidos’ ou ‘instituídos’. É por isso que somos muito relutantes em aceitar a noção de ‘bens comuns’. Parece-nos que o raciocínio deveria ser o inverso: todo comum que é instituído é um bem, mas nenhum bem é por si comum. É preciso cuidar para não confundirmos um bem no sentido ético e político (agathon) e um bem no sentido de uma aquisição que pode ser trocada e vendida (ktesis). Todo comum é um bem no sentido ético e político, mas apenas na medida em que não é uma aquisição. Uma vez instituído, um comum não é alienável; a partir de então ele se instala na esfera de coisas que não podem ser apropriadas. Isto significa que ele escapa da lógica proprietária em qualquer de suas formas (privada ou estatal)”, escrevem Pierre Dardot e Christian Laval, em artigo publicado por UniNômade, 24-11-2016. A tradução é de Renan Porto.

Lançamento do livro: Espiral de Ideias. Textos de Antropologia Fundamental

Lançamento do livro: Espiral de Ideias. Textos de Antropologia Fundamental por Edgard de Assis Carvalho professor Titular departamento de Antropologia na PUCSP.

Prólogo

“Símbolos de evolução e movimento presentes em todas as culturas humanas, as espirais expressam a transitoriedade das expressões culturais. Edgar Morin se refere a elas em várias passagens dos seis volumes de O Método. O processo do conhecimento é sempre constituído por esses circuitos provisórios que se alimentam da história e travam com ela um diálogo permanente. Espirais, portanto, são sistemas abertos, dissipativos, hologrâmicos. O Anticristo, o método sempre vêm no fim e jamais constitui um receituário prévio a ser aplicado a objetos inertes. Método é caminho, errância, viagem, contrabando, tradução. Foi assim que surgiu a ideia-título deste livro. Instado por amigos, comparsas, colaboradores, reuni um conjunto de ditos e escritos meus, espalhados nos arquivos da minha biblioteca de Babel”.  Edgard de Assis Carvalho, março de 2017.

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